O Selenita
Deste meu astro morto, observo o azul.
Admiro você, planeta azul.
Está tão longe e tão perto, que me perco.
Perco-me em heresias.
Perco-me a desejar o poder da Sapiência, para viajar e te conhecer,
descobrir você e suas maravilhas.
Desejo caminhar tranqüilamente sobre o lindo e solitário manto azul.
Desejo tocar-te.
Em você eu viveria só.
Aqui não.
Como eu gostaria de despencar deste deserto cinzento
e cair em seu manto macio!
Meu impossível planeta azul!
06 de maio de 2002

Um comentário:
Você escreve muuito bem, Diii!! *-*
Adorei...
Novamente, sem comentários... hehe
Postar um comentário