As nuvens de prata, pela janela
Filhas da lua cheia tão bela
Refletem sob os olhos do amante
Um sonho ofuscado, um açoite
Sonho em que eu, filho da noite
Admiro a nuvem prateada
Colho escombros delirantes
Na mente inconsciente colorida
Tal inspiração pela janela colhida
Não viu a lua dos amantes
Viu reflexos ludibriantes
Da sua musa, Lua amada
Tal inspiração pela janela revelada
Diz no colorido do inconsciente
Te vejo e te Amo na minha loucura
Mesmo que por nuvens esteja tampada
07 de janeiro de 2004
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