sábado, novembro 27, 2010

Ainda sem nome

As nuvens de prata, pela janela
Filhas da lua cheia tão bela
Refletem sob os olhos do amante
Um sonho ofuscado, um açoite

Sonho em que eu, filho da noite
Admiro a nuvem prateada
Colho escombros delirantes
Na mente inconsciente colorida

Tal inspiração pela janela colhida
Não viu a lua dos amantes
Viu reflexos ludibriantes
Da sua musa, Lua amada

Tal inspiração pela janela revelada
Diz no colorido do inconsciente
Te vejo e te Amo na minha loucura
Mesmo que por nuvens esteja tampada



 Di Barros
07 de janeiro de 2004

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